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ERECHIM |
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Setembro Amarelo: abraços e mensagens de valorização da vida no centro |
Participantes levaram mensagens de carinho, incentivo e esperança a pessoas que circulavam pelo centro da cidade durante atividade alusiva ao Setembro Amarelo
O Grupo das Margaridas, do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS II) do Bairro Linho, vinculado a Secretaria Municipal de Assistência Social realizou, na tarde desta quarta-feira (23), uma atividade alusiva ao Setembro Amarelo, período dedicado à conscientização sobre a prevenção do suicídio e à valorização da vida. A iniciativa levou mensagens de carinho, incentivo e esperança para pessoas que circulavam pelo centro de Erechim.
Durante a atividade, as participantes prepararam pequenos bilhetes com mensagens de incentivo e amor à vida. Alguns bancos e árvores ao longo do percurso também receberam os recados, criando pontos de reflexão para quem passava pelo local.
Acompanhadas pela psicóloga, Ana Paula Helfenstein, pela coordenadora do CRAS II, Elizabete Pereira Machado e pela professora de Dança, Cristiane dos Santos Colpani, as integrantes do grupo iniciaram o percurso em frente à Prefeitura de Erechim e seguiram pela Avenida Maurício Cardoso.
Ao longo do caminho, as participantes entregaram as mensagens para as pessoas. A abordagem também contou com abraços, proporcionando momentos de acolhimento e contato entre pessoas que, muitas vezes, não se conheciam.
Para Nilva Fuzinato, de 73 anos, participante do grupo, a experiência teve um significado especial por possibilitar o contato com pessoas desconhecidas e a oportunidade de transmitir uma mensagem positiva. “É muito especial e importante. A gente consegue sair, conversar com pessoas que não conhece e transmitir uma mensagem de paz. Durante a atividade, abracei e entreguei uma mensagem para duas pessoas que não conhecia e fiquei muito grata por essa experiência e oportunidade”, relata.
Segundo a psicóloga Ana Paula Helfenstein, a atividade também possibilitou uma troca de carinho entre as participantes e as pessoas encontradas durante o percurso.
“É mais uma forma de elas receberem e, ao mesmo tempo, entregarem carinho para as pessoas, mesmo sem saber quem são. É uma maneira de levar uma mensagem de acolhimento e valorização da vida para quem passa pela rua”, explica.
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