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CAPS Renascer: chocolate que transforma e aproxima |
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| Chocolate terapêutico: criatividade e cuidado no CAPS | |
Atividade conduzida por nutricionista envolveu usuários em todas as etapas da produção e estimulou criatividade, autonomia e integração
Usuários do Centro de Atenção Psicossocial II (CAPS II) Renascer, de Erechim, participaram de uma oficina de chocolate que uniu aprendizado, criatividade e momentos de convivência. A atividade foi conduzida pela nutricionista do serviço e proporcionou aos participantes a oportunidade de conhecer mais sobre o preparo do chocolate, além de participar de todas as etapas do processo de produção.

Durante a oficina, os usuários acompanharam desde a organização dos ingredientes até a finalização dos chocolates, desenvolvendo habilidades práticas e explorando a criatividade. A atividade também estimulou a cooperação entre o grupo, promovendo um ambiente de troca, interação e fortalecimento de vínculos.
A produção final chamou atenção pelo capricho e pela dedicação dos participantes. Cada detalhe refletiu o entusiasmo e o envolvimento do grupo, que se mostrou motivado a experimentar novas experiências dentro das atividades terapêuticas oferecidas pelo serviço.

Para o secretário de Saúde, Vianei Mueller, iniciativas como essa fazem parte do cuidado integral em saúde mental e contribuem para o desenvolvimento dos usuários. “O CAPS é um espaço de acolhimento, cuidado e também de construção de autonomia. Atividades como oficinas terapêuticas estimulam habilidades, fortalecem vínculos e ajudam no processo de reabilitação psicossocial, que é um dos pilares da Rede de Atenção Psicossocial”, destacou o secretário.
A coordenadora do CAPS II Renascer, Taís Camargo, ressalta que as oficinas fazem parte das estratégias de cuidado desenvolvidas no serviço. “Esses momentos são muito importantes porque permitem que os usuários se expressem, desenvolvam novas habilidades e fortaleçam a convivência em grupo. A oficina de chocolate foi uma experiência muito positiva, que gerou aprendizado, alegria e um sentimento de orgulho pelo que foi produzido coletivamente”, afirmou.
Ao final da atividade, o sentimento entre os participantes era de satisfação e alegria. O resultado da produção, elaborado com cuidado e dedicação, tornou o momento ainda mais especial e significativo para todos os envolvidos, reforçando o papel das oficinas terapêuticas no cuidado e na promoção da saúde mental.

