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Erechim: Ação na rodoviária contra importunação sexual |
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| Rodoviária de Erechim recebe ação de combate ao assédio | |
Ação orienta a população sobre o combate à importunação sexual no transporte rodoviário
Intervenção educativa realizada sexta-feira (13) neste reforçou canais de denúncia e apoio às vítimas
Na tarde desta sexta-feira (13), a Prefeitura de Erechim, por meio do Centro de Referência de Atendimento à Mulher (CRAM), realizou uma ação de orientação e conscientização voltada ao enfrentamento da importação sexual no transporte de passageiros. A mobilização ocorreu na Rodoviária de Erechim, em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), atendendo a uma ordem de serviço do órgão federal que prevê intervenções educativas nas rodovias e nos ônibus que partem dos terminais.
A iniciativa teve como foco informar a população sobre o que caracteriza a importação sexual — crime previsto na legislação brasileira — e orientar sobre como agir e buscar ajuda em caso de ocorrência. Durante a ação, foram realizadas abordagens aos passageiros, distribuição de materiais informativos e esclarecimentos sobre os canais de denúncia e acolhimento.

(Milena Mezalira – Comunicação PME)
A coordenadora do CRAM, Joana Mattia, destacou a importância da presença das equipes nos espaços públicos. "O transporte coletivo é um ambiente onde muitas mulheres já relatam situações de constrangimento e violência. Nosso papel é informar, prevenir e garantir que as vítimas saibam que podem e devem buscar apoio. O CRAM está preparado para acolher, orientar e acompanhar essas mulheres em todas as etapas fáceis", afirmou.
O chefe do Posto da PRF em Erechim, Regivaldo Tonon, ressaltou que a ação reforça o compromisso das forças de segurança com a proteção dos usuários do transporte rodoviário. "A orientação é fundamental para prevenir crimes e encorajar as vítimas a denunciarem. A PRF está à disposição pelo telefone 191, especialmente quando os fatos ocorrerem nas rodovias federais", explicou.
Em casos de emergência, a orientação é acionar a Brigada Militar pelo 190. Também é possível procurar diretamente o CRAM para atendimento especializado, que oferece suporte psicológico, social e orientação jurídica às mulheres em situação de violência.

